O projeto Café com Samba chega à 100ª edição neste sábado (23/05) na Feira de Artesanato da Torre de TV, marcando uma década de ocupação cultural contínua no coração de Brasília. O evento começa às 10h, tem entrada gratuita e reúne roda de samba, artesanato e gastronomia ao ar livre.

Para o brasiliense, a marca não é só simbólica: consolida a Torre de TV como ponto de sociabilidade e circuito cultural regular, atraindo moradores e visitantes em um formato que mantém viva a presença do samba no cotidiano da cidade.

O que essa trajetória significa para quem vive em Brasília?

A continuidade do Café com Samba mostra que iniciativas culturais podem ocupar e dinamizar espaços públicos por longos períodos. A presença semanal ou mensal de atividades transforma feiras e praças em destinos fixos de lazer.

Ao reconhecer a Torre de TV entre os espaços públicos da capital, a cidade ganha oportunidades de economia local, visibilidade para artistas e alternativas culturais acessíveis fora de salas fechadas.

Como o projeto fortalece o samba no Distrito Federal?

O Café com Samba funciona como vitrine e rede de apoio: músicos locais testam repertório, aprendem plateia e ampliam público sem depender de estruturas comerciais. A regularidade ajuda a profissionalizar artistas e a manter repertórios tradicionais vivos.

Close nas mãos de um percussionista tocando pandeiro durante o evento Café com Samba na Torre de TV.
Detalhe das mãos e instrumentos de um percussionista durante a celebração da 100ª edição do Café com Samba.
  • Cantores convidados: Kris Maciel e Milsinho
  • Passistas e intérpretes: Nice, Gilson Montblanc, Claudinho Sambista, Michelle e Makelly
  • Grupo residente: Grupo Café com Samba conduzindo a roda

O que o público pode esperar da visita?

A experiência combina música ao vivo com barracas de artesanato e opções de alimentação, oferecendo um passeio de fim de semana que agrada a diferentes idades. A feira costuma reunir objetos de artesãos locais e comidas típicas.

No aspecto econômico, eventos assim costumam ampliar a circulação de renda para pequenos comerciantes e ambulantes. Para quem acompanha o custo da cesta básica e dos alimentos, a dinâmica de oferta em feiras públicas pode ser um alívio temporário; veja, por exemplo, a recente queda nos preços registrada em mercados atacadistas e como isso pode impactar preços na rua.

Como se organizar para participar?

Leve água e protetor solar: a feira é a céu aberto e pode ficar movimentada. Prefira transporte público ou táxi durante horário de pico para evitar dificuldades de estacionamento na região do Eixo Monumental.

Se for fotografar ou filmar apresentações, respeite o espaço dos artistas e do público. Para grupos e atividades com maior visibilidade, procure informações sobre a organização do evento para programação e horários específicos.

Conclusão

A 100ª edição do Café com Samba representa mais do que uma celebração musical: é a confirmação de que cultura pública e participação popular podem transformar espaços urbanos e fortalecer identidades locais. Para brasilienses, é uma opção acessível de lazer e apoio à cena cultural da cidade.

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Como fundador e principal voz por trás do Gazeta Brasília, dedico-me a trazer aos meus leitores uma cobertura aprofundada e imparcial dos acontecimentos que moldam nossa capital e o país, com um olhar atento às nuances da política, economia e cultura local, sempre buscando informar e fomentar o debate construtivo.