O espetáculo KINTSUGI, 100 memórias encerra a temporada no CCBB Brasília com lotação expressiva e sessões finais até 14 de junho de 2026; ingressos ainda estão à venda. A montagem mistura lembranças pessoais e lembranças coletivas em uma proposta que ressignifica rupturas e cicatrizes.

Para o público do Distrito Federal, a peça ganha contornos locais pela presença de atriz brasiliense no elenco e pela pauta sobre memória política, um tema que reverbera entre gerações da cidade.

Onde e quando posso assistir?

As apresentações acontecem no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília, em sessões de quinta a sábado às 20h e domingos às 18h, com temporada até 14 de junho de 2026. A proximidade do CCBB facilita o acesso para moradores de Brasília que preferem eventos culturais no centro da cidade.

Ainda há ingressos e como comprar?

Existem entradas disponíveis para as últimas sessões e a venda ocorre pela bilheteria física do CCBB e pelo site do banco. Os valores são acessíveis, com opção de meia entrada para categorias previstas em lei e descontos específicos para clientes de cartão parceiro.

Detalhe em close de cerâmica com restauração kintsugi, linha dourada sobre fissuras, mãos desfocadas ao fundo.
Detalhe de peça restaurada com kintsugi na exposição; emendas douradas e textura do vidrado em destaque.
  • Compre online para garantir lugar e evitar filas;
  • Leve documento que comprove direito à meia entrada;
  • Chegue ao teatro com antecedência mínima de 30 minutos;
  • Considere sessões de domingo se prefere público mais tranquilo.

O que o espetáculo traz para quem vive no DF?

A peça articula memórias íntimas e episódios da história recente do país, convidando a refletir sobre apagamento e resistência. A referência à técnica japonesa que repara cerâmica com ouro torna a metáfora acessível e provoca debates sobre como lembranças tornam-se patrimônios afetivos.

O roteiro autoficcional e a presença de objetos pessoais em cena aproximam a plateia de histórias reconhecíveis pelos brasilienses, do recorte familiar a marcas da ditadura e da redemocratização. Assim como eventos que atrai brasilienses ao Cerrado, a montagem tende a mobilizar público que busca programação cultural e experiências compartilhadas no fim de semana.

Quem deve ir e o que levar?

O espetáculo interessa a quem se envolve com teatro contemporâneo, memória social e trajetórias pessoais em cena. É adequado para estudantes de artes, professores, profissionais de saúde mental e qualquer pessoa interessada em histórias que misturam política e intimidade.

  • Leve documento de identidade para eventual fiscalização de meia entrada;
  • Evite objetos volumosos na plateia; o espetáculo usa muitos objetos em cena;
  • Considere transporte por aplicativo ou transporte público para facilitar retorno noturno.

Conclusão

As últimas sessões de KINTSUGI no CCBB Brasília oferecem ao público do Distrito Federal uma oportunidade de ver uma montagem que dialoga com memória e política; ainda há ingressos, mas a recomendação é garantir o lugar com antecedência.

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Como fundador e principal voz por trás do Gazeta Brasília, dedico-me a trazer aos meus leitores uma cobertura aprofundada e imparcial dos acontecimentos que moldam nossa capital e o país, com um olhar atento às nuances da política, economia e cultura local, sempre buscando informar e fomentar o debate construtivo.