São seis faixas musicais e um vídeo clipe que compõem o lado a do disco.

Poesia do Cálice referencia personagens da luta popular brasileira, inspira, convoca emociona. A segunda faixa Arroz, mesmo escrita em 2014 dialoga com tristeza com 2020. A mesma versa sobre o contínuo genocídio de povos indígenas, tendo o arroz/capital como protagonistas.

A resposta vem em BraSyria onde o artista denuncia esse estado fascista, expressando um “Hip Hop Consciência de Classe”.

O mesmo está presente em Rep Amador que conta com a participação de Talíz. Pelo Rep, pelo Cep, pela Classe e por amor é o mote de uma juventude periférica.

Em Varizes Markão reúne e responde a frases e a violência da gordofobia. Retrata ainda as dificuldades de artistas independentes.

A primeira parte do disco é fechada com a dançante Amanhecer um Rep/reggae que aborda a força e vida do povo periférico, versos antirracistas e mergulhados em sentimentos.

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