Um idoso desapareceu após receber alta do Hospital de Base do Distrito Federal e não foi mais visto desde quarta-feira (15/4), segundo familiares. Ele havia sido internado depois de cair em via pública e sofrer ferimento na cabeça.
O caso acende um alerta para familiares de idosos em Brasília sobre a transição entre alta hospitalar e cuidados domiciliares, além da importância de localização rápida em áreas urbanas da capital.
O que aconteceu e onde ele foi visto pela última vez
O paciente deixou o Hospital de Base ainda na quarta-feira e, desde então, não há contato com a família. Os parentes relatam que a saída ocorreu após atendimento por trauma craniano decorrente de queda em via pública.
A busca concentra-se nas redondezas do hospital e nas rotas que ligam unidades de saúde a pontos de deslocamento frequentes para idosos, como postos de saúde e centros comerciais em Brasília.
Como familiares e vizinhos podem ajudar na busca
Mobilize imediatamente vizinhos e pessoas próximas para checar pontos por onde o idoso costuma passar. A agilidade aumenta as chances de localização segura.

- Verifique hospitais e postos de atendimento próximos ao local da alta;
- Procure em praças, paradas de ônibus e feiras onde ele costumava ir;
- Compartilhe foto e informações em grupos de bairro e redes sociais locais;
- Registre boletim de ocorrência assim que possível para formalizar a busca.
Informar características físicas, roupas e última rota conhecida ajuda equipes de busca e a polícia a identificar a pessoa mais rápido.
Onde procurar e que serviços acionar
Hospitais, clínicas e unidades de pronto atendimento devem ser checados primeiro. Muitas vezes, pacientes com confusão ou perda de orientação retornam a serviços de saúde.
Verifique também mercados, restaurantes e feiras próximas, locais onde idosos podem pedir ajuda ou permanecer desorientados restaurantes e mercados.
Centros de convivência e igrejas do bairro costumam ser pontos de encontro e podem fornecer pistas sobre o paradeiro.
Quais direitos e responsabilidades após a alta hospitalar
Ao receber alta, o paciente e a família têm direito a orientações sobre cuidados e riscos. A unidade de saúde deve fornecer informações sobre sinais de alerta e condutas a adotar em caso de piora.
Se houver indicação clínica de risco por lesão na cabeça, a família deve insistir na elaboração de plano de acompanhamento e, se necessário, solicitar suporte social ou serviço de atenção domiciliar.
Conclusão
O desaparecimento do idoso após alta do Hospital de Base destaca a necessidade de protocolos claros na transição hospital-domicílio e de mobilização rápida da comunidade e das autoridades em Brasília para localizar pessoas vulneráveis.

