Com novas estratégias, condomínios do DF investem em sistemas eficazes e mais econômicos 

Que o Distrito Federal é repleto de condomínios, todo mundo sabe. Inclusive, algumas regiões administrativas, por exemplo, são praticamente só de condomínios, sejam eles horizontais ou verticais. Porém, um fator negativo, é que infelizmente as residências viraram alvo de bandidos. De janeiro a outubro deste ano foram 390 roubos a casas, segundo a  Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP). E esse dado é o que tem tornado o investimento em sistemas de segurança quase que uma obrigação.

O especialista em segurança pública e privada Leonardo Sant’Anna explica que não basta só gastar e investir em sistemas, é preciso inteligência e estratégia. A tecnologia é uma excelente aliada para evitar roubos ou invasões, mas é preciso empregá-la de forma consciente para que não seja desperdiçada. E é assim que tem otimizado a segurança em conjuntos residenciais e comerciais.

Em um condomínio da capital federal, por exemplo, foi realizada uma análise e percebeu-se muitos recursos sendo utilizados de forma ineficiente. Além de tornar a segurança melhor, as adequações, que incluem desde mudanças nas funções e tarefas de funcionários, geraram uma economia que foi reinvestida em melhorias para o bem coletivo. 

“Fizemos um projeto para um condomínio de Brasília e adotando essas estratégias, conseguimos reduzir os custos e ter uma economia de R$ 200 mil em um curto prazo. Além disso, 50% deste valor que será economizado pode cobrir custos de câmeras que serão adquiridas futuramente pelo residencial”, afirma. O especialista ainda complementa que as câmeras instaladas ficam à disposição dos condôminos.

Sant’Anna afirma que na maioria das vezes, as pessoas saem implantando recursos de segurança, mas não entendem de fato como ela deve ser feita. Com mais de 30 anos de atuação na área, o coronel, que foi da PMDF, consultor da ONU e com ações em segurança em mais de 20 países, explica que é preciso um estudo e análise da região, das especificidades da rotina daquele condomínio para, então implementar estes recursos.

“O condomínio em questão queria investir em ronda com a aquisição de motocicletas para os vigias. Mas por pouco não comprar um modelo que logo apresentaria defeito, já que algumas áreas não são asfaltadas e o veículo não atenderia essas áreas”, explica.

Escalas 

Otimizando a escala dos funcionários, Sant’Anna também afirma que é possível diminuir o tempo ociosos. “Com a distribuição de serviços e escalas, o sistema ficou mais eficiente, assim no projeto que realizamos sobrou mais de R$ 70 mil para investimento em um veículo melhor, novos uniformes e equipamentos das motos, como sirenes e luzes”, explica. 

Estratégia

Atualmente, o condomínio possui 17 vigias. Sendo distribuídos em escalas de 5×2 (trabalham cinco dias consecutivos ou intermitentes e folgam dois) e, também, jornadas de 12×36 (trabalham 12 horas seguidas e descansam 36 horas). Além dos plantonistas. 

Que o Distrito Federal é repleto de condomínios, todo mundo sabe. Inclusive, algumas regiões administrativas, por exemplo, são praticamente só de condomínios, sejam eles horizontais ou verticais. Porém, um fator negativo, é que infelizmente as residências viraram alvo de bandidos. De janeiro a outubro deste ano foram 390 roubos a casas, segundo a  Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP). E esse dado é o que tem tornado o investimento em sistemas de segurança quase que uma obrigação.
O especialista em segurança pública e privada Leonardo Sant’Anna explica que não basta só gastar e investir em sistemas, é preciso inteligência e estratégia. A tecnologia é uma excelente aliada para evitar roubos ou invasões, mas é preciso empregá-la de forma consciente para que não seja desperdiçada. E é assim que tem otimizado a segurança em conjuntos residenciais e comerciais.
Em um condomínio da capital federal, por exemplo, foi realizada uma análise e percebeu-se muitos recursos sendo utilizados de forma ineficiente. Além de tornar a segurança melhor, as adequações, que incluem desde mudanças nas funções e tarefas de funcionários, geraram uma economia que foi reinvestida em melhorias para o bem coletivo. 
“Fizemos um projeto para um condomínio de Brasília e adotando essas estratégias, conseguimos reduzir os custos e ter uma economia de R$ 200 mil em um curto prazo. Além disso, 50% deste valor que será economizado pode cobrir custos de câmeras que serão adquiridas futuramente pelo residencial”, afirma. O especialista ainda complementa que as câmeras instaladas ficam à disposição dos condôminos.
Sant’Anna afirma que na maioria das vezes, as pessoas saem implantando recursos de segurança, mas não entendem de fato como ela deve ser feita. Com mais de 30 anos de atuação na área, o coronel, que foi da PMDF, consultor da ONU e com ações em segurança em mais de 20 países, explica que é preciso um estudo e análise da região, das especificidades da rotina daquele condomínio para, então implementar estes recursos.
“O condomínio em questão queria investir em ronda com a aquisição de motocicletas para os vigias. Mas por pouco não comprar um modelo que logo apresentaria defeito, já que algumas áreas não são asfaltadas e o veículo não atenderia essas áreas”, explica.
Escalas 
Otimizando a escala dos funcionários, Sant’Anna também afirma que é possível diminuir o tempo ociosos. “Com a distribuição de serviços e escalas, o sistema ficou mais eficiente, assim no projeto que realizamos sobrou mais de R$ 70 mil para investimento em um veículo melhor, novos uniformes e equipamentos das motos, como sirenes e luzes”, explica. 
Estratégia
Atualmente, o condomínio possui 17 vigias. Sendo distribuídos em escalas de 5×2 (trabalham cinco dias consecutivos ou intermitentes e folgam dois) e, também, jornadas de 12×36 (trabalham 12 horas seguidas e descansam 36 horas). Além dos plantonistas. 
Antes das estratégias implementadas, o gasto era de mais de R$90 mil com funcionários, após a consultoria o custo reduziu para R$ 64.860 mil, isso equivale a uma economia mensal de aproximadamente R$25 mil. Mas, Sant’Anna ressalta que as mudanças são personalizadas de acordo com a necessidade de cada condomínio.