No último dia 27 de maio os shopping centers de Brasília retomaram suas atividades, com horários reduzidos e muitas exigências do governo para reabertura das lojas, como por exemplo; testagem da covid-19 em todos os funcionários, disponibilização de álcool em gel para os clientes, aferição de temperatura no colaboradores, entre outras. O que acabou tornando o fluxo de pessoas ainda mais lento, além de deixá-lás mais receosas.

As filas constatadas no retorno das atividades eram apenas devido ao processo burocrático e mal organizado, com poucos funcionários e apenas uma entrada para funcionários de lojas e clientes. A grande realidade é que, segundo os lojistas de shoppings, a baixa efetividade das ações de marketing do shopping também vêm sendo um dificultador. “Campanhas de conscientização, interações virtuais, facilitadores de fluxo e ações institucionais seriam fundamentais nesse momento” afirma Diego Moreira, presidente da Associação dos Lojistas do Conjunto Nacional. O movimento no shopping está 70% abaixo comparado ao mesmo período do ano passado. O fluxo de clientes no shopping é apenas em bancos, lotéricas e lojas de operadoras de celular.

Atividades como, alimentação, serviços de beleza e cuidados pessoais, interações infantis e familiares que são fundamentais para um bom fluxo e comercialização estão suspensas, além disso, o shopping passou a funcionar em horário reduzido de segunda a sábado, de 13h às 21h, e nos domingos e feriados, de 14h às 20h. Assim, o shopping deixa de entregar o prometido, mas cobra dos lojistas os valores integrais.

 *Diego Moreira está a disposição para entrevistas e maiores esclarecimentos – 61. 99138-1525

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